Atualização - 24 de maio 2010
Nesta obra aí o IV Avatar explica o novo calendário
Resto da criação, o que sobrou daquilo que foi postado no rosto desta obra
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Forma 7: o dia de hoje no calendário do spin
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Vai ser difícil limpar
Aparentemente este assunto não tem muito a ver com o tema decoração.
Mas tem. E muito.
Explico: o universo da decoração está recheado de cabeças vazias e preocupadas com um mundo cor-de-rosa, que pensam que estão fazendo a sua parte quando reciclam uma garrafa pet e distribuem conselhos para uma vida melhor, mesmo que seja em um condomínio fechado que os isola da triste realidade de um país em frangalhos.
Para quem não acompanha este blog regularmente, há 20 dias uma postagem colocava em discussão os 30 dias de prisão de Caroline Pivetta da Mota, para muitos simplesmente Carol ou ainda Carol Sustos, forma como ela assinou a ordem de prisão.
Carol, para quem não sabe, é a jovem de 23 anos que, junto com outros integrantes do SUSTO”S, pichou o andar vazio da Bienal, SP.
Pelo feito, está na prisão há 50 dias. Somente ela.
Sim, 50 dias redondos e parece que vai permanecer mais um tempo.
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Fonte: Fonte: http://decorandotudo.com.br/2008/12/caroline-pivetta-que-se-lasque-decorao/Por Luis Nassif
Tempos atrás sugeri, aqui, uma discussão mais técnica sobre as acusações que pesavam sobre Cesare Battisti, o refugidado italiano que o governo brasileiro conferiu o direito de asilo.
No Valor de hoje, a Maria Inês Nassif mostra o inquérito a partir do relato de Battisti em seu livro. Há elementos fortes que, se comprovados, indicariam uma ampla manipulação do inquérito. O Contardo Calligaria também bate nessa tecla,da delação premiada, mas traz outros elementos sobre os anos de chumbo da Itália (clique aqui)
http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDSKNSgoQnoLO8O8j
1. Battisti teria se desligado do grupo dos PAC, quando ele aderiu ao terrorismo.
2. Nas investigações, houve a oferta da delação premiada aos membros do grupo que foram presos. O grupo teria se valido da oportunidade para se livrar de penas maiores, imputando a autoria ao membro que havia se desligado.
Confiram o artigo e, depois, se houver argumentos que o contradigam, que apresentem, para esquentar e tornar objetiva a discussão.
Maria Inês Nassif
22/01/2009
A história que resultou na condenação de Cesare Battisti à prisão perpétua pela justiça italiana em 1993 poderia ser o roteiro de um de seus romances policiais, se não tivesse transformado o próprio escritor num cavaleiro errante. Pelos fatos que levaram à sua condenação, o ministro da Justiça, Tarso Genro, certamente não cometeu nenhuma heresia ao conceder a Battisti o status de refugiado político. “Um dos fundamentos muito próximos do diferimento do refúgio político é de que se o condenado teve direito à defesa. O Estado italiano alega que sim. Na avaliação que nós fizemos do processo, ele não teve direito à ampla defesa”, afirmou o ministro, justificando a sua decisão.